terça-feira, 6 de dezembro de 2011

EXPRESSÃO ORAL E ESCRITA - (6ª SÉRIE E 7ª SÉRIE)

Leia a crônica a seguir, escrita por Rubem Braga.

MÃE
(Crônica dedicada ao Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico.)


O menino e seu amiguinho brincavam nas primeiras espumas; o pai fumava um cigarro na praia, batendo papo com um amigo. E o mundo era inocente, na manhã de sol.
Foi então que chegou a Mãe (esta crônica é modesta contribuição ao Dia das Mães), muito elegante em seu short, e mais ainda em seu maiô. Trouxe óculos escuros, uma esteirinha para se esticar, óleo para a pele, revista para ler, pente para se pentear — e trouxe seu coração de Mãe que imediatamente se pôs aflito achando que o menino estava muito longe e o mar estava muito forte.
Depois de fingir três vezes não ouvir seu nome gritado pelo pai, o garoto saiu do mar resmungando, mas logo voltou a se interessar pela alegria da vida, batendo bola com o amigo. Então a Mãe começou a folhear a revista mundana — "que vestido horroroso o da Marieta neste coquetel" — "que presente de casamento vamos dar à Lúcia? tem de ser uma coisa boa" — e outros pequenos assuntos sociais foram aflorados numa conversa preguiçosa. Mas de repente:
— Cadê Joãozinho?
O outro menino, interpelado, informou que Joãozinho tinha ido em casa apanhar uma bola maior.
— Meu Deus, esse menino atravessando a rua sozinho! Vai lá, João, para atravessar com ele, pelo menos na volta!
O pai (fica em minúscula; o Dia é da Mãe) achou que não era preciso:
— O menino tem OITO anos, Maria!
— OITO anos, não, oito anos, uma criança. Se todo dia morre gente grande atropelada, que dirá um menino distraído como esse!
E erguendo-se olhava os carros que passavam, todos guiados por assassinos (em potencial) de seu filhinho.
— Bem, eu vou lá só para você não ficar assustada.
Talvez a sombra do medo tivesse ganho também o coração do pai; mas quando ele se levantou e calçou a alpercata para atravessar os vinte metros de areia fofa e escaldante que o separavam da calçada, o garoto apareceu correndo alegremente com uma bola vermelha na mão, e a paz voltou a reinar sobre a face da praia.
Agora o amigo do casal estava contando pequenos escândalos de uma festa a que fora na véspera, e o casal ouvia, muito interessado — "mas a Niquinha com o coronel? não é possível!" — quando a Mãe se ergueu de repente:
— E o Joãozinho?
Os três olharam em todas as direções, sem resultado. O marido, muito calmo — "deve estar por aí", a Mãe gradativamente nervosa — "mas por aí, onde?" — o amigo otimista, mas levemente apreensivo. Havia cinco ou seis meninos dentro da água, nenhum era o Joãozinho. Na areia havia outros. Um deles, de costas, cavava um buraco com as mãos, longe.
— Joãozinho!
O pai levantou-se, foi lá, não era. Mas conseguiu encontrar o amigo do filho e perguntou por ele.
— Não sei, eu estava catando conchas, ele estava catando comigo, depois ele sumiu.
A Mãe, que viera correndo, interpelou novamente o amigo do filho. "Mas sumiu como? para onde? entrou na água? não sabe? mas que menino pateta!" O garoto, com cara de bobo, e assustado com o interrogatório, se afastava, mas a Mãe foi segurá-lo pelo braço: "Mas diga, menino, ele entrou no mar? como é que você não viu, você não estava com ele? hein? ele entrou no mar?".
— Acho que entrou... ou então foi-se embora.
De pé, lábios trêmulos, a Mãe olhava para um lado e outro, apertando bem os olhos míopes para examinar todas as crianças em volta. Todos os meninos de oito anos se parecem na praia, com seus corpinhos queimados e suas cabecinhas castanhas. E como ela queria que cada um fosse seu filho, durante um segundo cada um daqueles meninos era o seu filho, exatamente ele, enfim — mas um gesto, um pequeno movimento de cabeça, e deixava de ser. Correu para um lado e outro. De súbito ficou parada olhando o mar, olhando com tanto ódio e medo (lembrava-se muito bem da história acontecida dois a três anos antes, um menino estava na praia com os pais, eles se distraíram um instante, o menino estava brincando no rasinho, o mar o levou, o corpinho só apareceu cinco dias depois, aqui nesta praia mesmo!)
— deu um grito para as ondas e espumas — "Joãozinho!".
Banhistas distraídos foram interrogados — se viram algum menino entrando no mar — o pai e o amigo partiram para um lado e outro da praia, a Mãe ficou ali, trêmula, nada mais existia para ela, sua casa e família, o marido, os bailes, os Nunes, tudo era ridículo e odioso, toda essa gente estúpida na praia que não sabia de seu filho, todos eram culpados — "Joãozinho!" — ela mesma não tinha mais nome nem era mulher, era um bicho ferido, trêmulo, mas terrível, traído no mais essencial de seu ser, cheia de pânico e de ódio, capaz de tudo — "Joãozinho!" — ele apareceu bem perto, trazendo na mão um sorvete que fora comprar. Quase jogou longe o sorvete do menino com um tapa, mandou que ele ficasse sentado ali, se saísse um passo iria ver, ia apanhar muito, menino desgraçado!
O pai e o amigo voltaram a sentar, o menino riscava a areia com o dedo grande do pé, e quando sentiu que a tempestade estava passando fez o comentário em voz baixa, a cabeça curva, mas os olhos erguidos na direção dos pais:
— Mãe é chaaata...
                                                                                                                                              Maio, 1953

RUBEM BRAGA. A Cidade e a Roça. Editora do Autor: Rio de Janeiro, 1964, p. 57.



Agora leia uma definição simplificada do termo crônica, publicada no site intitulado História da Crônica (www.regina.celia.nom.br/lit.1.3.histcronica.1.htm):

(...) A crônica sempre se prende à atualidade, mas sem excluir a nostalgia do passado. Pode ser tendenciosamente crítica, mas sem agressividade. Costuma misturar sentimentalismo e humorismo. (...) Características: os fatos do cotidiano, os acontecimentos diários é que ensejam reflexões ao cronista. Em torno desses fatos, o cronista emite uma visão subjetiva, pessoal e mesmo crítica; uso de linguagem coloquial, às vezes sentimental, ou emotiva ou, às vezes, irônica, crítica. (...).




01) Baseando-se na leitura das informações apresentadas, identifique três elementos que possam caracterizar o texto “Mãe!”, de Rubem Braga, como uma crônica. Justifique a sua resposta com exemplos extraídos do texto.

Elemento 1:
Exemplo:

Elemento 2:
Exemplo:

Elemento 3:
Exemplo:

02) Que tipo de assunto Rubem Braga escolheu como ponto de partida para escrever seu texto?

03) Quais são os personagens envolvidos na história?

04) Onde e quando acontecem os fatos?

05) Na crônica de Rubem Braga, o narrador é observador ou narrador personagem? Justifique sua resposta.

06) Em sua opinião, a história narrada por Rubem Braga é divertida ou ela nos leva a refletir com criticidade sobre a maneira de se comportar das mães?

07) Abaixo do titulo da crônica intitulada Mãe, de Rubem Braga, há uma informação entre parênteses:
(Crônica dedicada ao Dia das Mães, embora com o final inadequado, ainda que autêntico.)
Em sua opinião, qual foi o objetivo do cronista ao antecipar para o leitor que o final é inadequado, ainda que autêntico?

08) Utilize a história narrada na crônica de Rubem Braga para elaborar uma crônica. Lembre-se das características desse texto: presença de humor com um desfecho inesperado.

09) Escolha um dos temas abaixo e elabore uma redação (30 linhas).  
  • Relacionamento na sala de aula.
  • Violência na família.
  • Racismo e discriminação no meio de todos nós.
PROFESSORA ROSEMARY

OS 10 MANDAMENTOS PARA UMA BOA REDAÇÃO

OS 10 MANDAMENTOS PARA UMA BOA REDAÇÃO
  • Preste atenção quanto à modalidade de texto proposto (dissertação, carta, crônica, fábula, etc).
  • Leia os textos de apoio. Eles estão lá para auxiliá-lo.
  • Organize suas ideias. Pense antes de começar a escrever.
  • Jamais fuja do tema proposto.
  • Seja coerente e coeso. Estes são pontos fundamentais para a elaboração de uma redação.
  • Tenha cuidado com a gramática. Evite o uso de gírias, expressões populares e palavras estrangeiras.
  • Evite o uso de parágrafos muito longos.
  • Fique atento à concordância verbal. Tenha o cuidado de flexionar corretamente os verbos quando usá-los no gerúndio ou no particípio.
  • O texto deve ter uma sequência lógica.
  • Faça uma letra legível, afinal de contas não adianta nada seguir os outros conselhos e redigir seu texto com uma caligrafia impossível de ser lida.

REVISÃO PARA A AVALIAÇÃO FINAL - 6ª SÉRIE

EXERCÍCIOS

01) Complete as lacunas utilizando a forma apropriada do pronome pessoal da primeira pessoa do singular.
a) Disseram que estes doces são para ______ comer.
b) Já lhe disse que não há nada entre _______ e ela.
c) Para ________ fazer as lições, necessito dos livros.
d) Quem trouxe estes presentes para ____________?

02) De acordo com as indicações entre parênteses, inclua advérbios nas frases a seguir. Observe a diferença de sentido que eles acarretam nos enunciados e adapte o que for necessário.
a) Gosto de sorvete. (advérbio de dúvida) _____________________________________________________
b) Gosto de sorvete. (advérbio de intensidade) _________________________________________________
c) Gosto de sorvete. (advérbio de afirmação) ___________________________________________________
d) Gosto de sorvete. (advérbio de negação) ___________________________________________________

03) Reescreva as frases abaixo, adequando o uso pronominal a norma culta.
a) Entre Gonçalves e eu não há qualquer mágoa.
_______________________________________________________________________________________

b) Eu encontrei elas na praça.
_______________________________________________________________________________________

c) Atenderam nós com muita atenção.
_______________________________________________________________________________________

d) Vi ele passando pela rua.
_______________________________________________________________________________________

04) Classifique morfologicamente os termos destacados abaixo.
a) O professor fala alto. ___________________________________________________________________
b) O menino é alto._____________________________________________________________________
c) Ele entrou calmo.____________________________________________________________________
d) Ele entrou calmamente._________________________________________________________________

05) Dado o trecho de “ARTE DE AMAR” (com adaptação), de Manuel Bandeira, e considerando apenas as palavras sublinhadas, classifique-as morfologicamente.

ARTE DE AMAR

Se queres sentir a felicidade de amar, esquece a tua alma.
A alma é que estraga o amor.
Só em Deus ela pode encontrar satisfação.
Não noutra alma.
Só em Deus - ou fora do mundo.

a) queres:______________________________
b) felicidade:____________________________
c) tua:_________________________________
d) amor:_______________________________
e) Deus:_______________________________
f) ela:_________________________________

06) Complete, usando porque / porquê / por que / porquê.
a) _____________ fazes isso comigo?
b) _____________ tenho meus motivos.
c) E não declaras _____________?
d) Nem eu sei o _____________.

Leia os períodos a seguir.
I) Por que você o julgou com tanta severidade?
II) Você não fez a prova por quê?
III) As causas por que discuti com ele são particulares.
IV) Não fiz a prova porque estava com dor de cabeça.
V) Bem, você sabe que o porquê dessa ausência é muito importante para a escola.

07) A partir da leitura, julgue os itens abaixo em verdadeiros ou falsos.
0(   ) No período I, os termos destacados são, respectivamente, preposição e pronome.
1(   ) O pronome “por quê”, período II, poderia ser substituído por “porque” sem que se incorresse em erro gramatical.
2(   ) No período IV, o termo destacado é uma conjunção.
3(   ) No período V, há apenas dois substantivos.
4(   ) No período III, os termos destacados são, respectivamente, preposição e pronome.

08) Julgue os seguintes itens quanto à associação entre a expressão ou o termo sublinhado e sua análise morfológica:
0(    ) Puxa! Hoje não foi meu dia de sorte! (verbo)
1(    ) Tenho andado sem tempo. (conjunção)
2(    ) Comia com moderação (preposição)
3(    ) Oh! Que bom encontrei você! (interjeição)
4(    ) Não aprovo nem permitirei essas coisas. (conjunção) 

09) Com base no texto, marque V para os itens em que o termo destacado é uma conjunção e F para as demais classes morfológicas.
0(    ) “Quando nos comportamos bem, fica contente e parece uma pessoa coerente”.
1(    ) “Ou nos olha com olhos furiosos e nos faz morrer de medo...”
2(   ) “Ou nos olha com olhos furiosos e nos faz morrer de medo ou então usa aquela cara de salário baixo e nos faz chorar de pena.”
3(    ) “E então? Como foi hoje?” 
4(    ) “Bem, mas não entendo a professora deste ano.”

Leia as orações abaixo:

I – Carla ganhou do marido uma aliança de ouro.
II – Carla tem um coração de ouro.
III – O gato subiu no telhado para fugir do cachorro.
IV – Aquele rapaz encostado na moto é um gato.

10) Sobre as orações acima, julgue os itens a seguir.
0(   ) No item I, a palavra ouro está empregada como metal, ou seja, foi usada em sentido próprio, denotativo. 
1(   ) A palavra ouro, item II, quer dizer que Carla tem um bom coração, é uma pessoa generosa. Foi empregada em seu sentido conotativo.
2(   ) Denotação é o mesmo que sentido figurado. Uma palavra está empregada em sentido denotativo quando ela apresenta sentido fora do habitual, sentido figurado. 
3(   ) No item IV, o termo destacado em “Aquele rapaz encostado na moto é um gato.” está empregado em sentido denotativo.
4(   ) No item III, o termo destacado em “O gato subiu no telhado para fugir do cachorro.” está empregado em sentido conotativo.

11) A preposição é uma palavra invariável que une duas outras palavras indicando a relação de sentido que há entre elas. Com base nessa informação, faça a correspondência entre as relações semânticas que as preposições estabelecem na segunda coluna conforme a primeira.
a - matéria
b - companhia
c - falta
d - posse
e - tempo
f - meio

(   ) Sairemos com você.
(   ) Tenho andado sem saúde.
(   ) Não falaremos durante as aulas.
(   ) Iremos de avião.
(   ) Viajaremos no carro de Joaquim.
(   ) O carro é feito de fibra.

12) Considere estas orações (de I a V) para julgar os itens seguintes ( de 0 a 4) verdadeiros ou falsos.

I) Achei o que procuravas.
II) Se eles são felizes, nós também o seremos.
III) Achei-o em sua mesa.
IV) O povo brasileiro sempre ansiou por liberdades democráticas.
V) Reconheci-o na rua.

0 (   ) Todas os termos destacados acima pertencem a mesma classificação morfológica.
1 (   ) A oração I possui um pronome demonstrativo.
2 (   ) Os vocábulos “o”, oração I, e “o”, oração III, são exemplos de pronomes demonstrativos.
3 (   ) “O”, na oração IV, é um artigo, pois precede o substantivo “povo”.
4 (   ) Na oração V, o termo em destaque é um pronome pessoal oblíquo átono.
       
13) Considere estas orações para julgar os itens seguintes em verdadeiros ou falsos.
I)  A boneca estava na mesa, mas eu não a tinha visto.
II ) A minha tia é a da direita.
III) Qual a menina mais bela da escola? Seria a de uniforme colorido?
IV) Eu a Encontrei em seu carro.

0(   ) Todas os termos destacados acima não pertencem a mesma classificação morfológica.
1(   ) A oração I possui um pronome demonstrativo.
2(   ) Os termos destacados, oração III, são respectivamente artigo e pronome demonstrativo.
3(   ) “A”, oração I, é um artigo, pois precede o substantivo “boneca”.
4(   ) Na oração IV, o termo em destaque é um pronome pessoal oblíquo átono.

14) O uso do verbo “Há” e da preposição “a” costuma causar algumas confusões, portanto, assinale a única alternativa que esteja em desacordo com a norma culta da Língua Portuguesa.
0(   ) As férias terminarão a 15 de fevereiro.
1(    ) As férias terminaram a 15 de fevereiro.
2(    ) Daqui a alguns anos estaremos no terceiro milênio.
3(    ) Estamos há poucos anos trabalhando aqui.
4(    ) O início da fabricação da bebida remonta há mais de seis mil anos.

15) Complete as lacunas a seguir com “onde” ou “aonde”.
a) Não entendo _______ ele estava com a cabeça.
b) Dê _______ você está falando?
c) _______ querem chegar com essas atitudes?
d) _______ está seu orgulho?
e) Irei _______ quer que eu vá.
f) _______ ele foi assim tão cedo?
g) _______ você mora?

16) Identifique e classifique as conjunções coordenativas abaixo.
a) O agricultor colheu o trigo e o vendeu.
b) Não aprovo nem permitirei essas coisas.
c) Os livros não só instruem mas também divertem.
d) Querem ter dinheiro, mas não trabalham.
e) Ela não era bonita, contudo cativava pela simpatia.
f) Os seqüestradores deviam render-se ou seriam mortos.
g) Ou você estuda ou arruma um emprego.
h) Ora triste, ora alegre, a vida segue o seu ritmo.
i) Quer reagisse, quer se calasse, sempre acabava apanhando.
j) As árvores balançam, logo está ventando.
k) Você é o proprietário do carro, portanto é o responsável.
l) Não solte balões, pois podem causar incêndios.
m) Choveu durante a noite, porque as ruas estão molhadas.

17) Classifique os advérbios abaixo:
a) Eu senti que eles não iam me entender nunca.
b) Engoliu o bolo depressa.
c) Ela é muito bonita.
d) O bandido estava longe.
e) Isso está muito interessante!
f) Eu sempre lhe dizia isso.

PROFESSORA ROSEMARY 




CRASE - 7ª SÉRIE - (EXERCÍCIOS)

EXERCÍCIOS
Sinalize o “a” se for necessário:
1)     A morte ninguém foge, por mais que apeguemos a esta vida efêmera.
2)     Chegamos a conclusão de que o regulamento não se refere a pessoas aposentadas.
3)     Elevou-se a altura de dois metros.
4)     Não fugiremos a responsabilidade de nos unirmos as pessoas que já iniciaram a empresa.
5)     Não davam atenção as normas propostas.
6)     Devemos dar atenção a normas propostas.
7)     A qualquer hora, a encontraríamos a frente da televisão.
8)     Venho a negócios e preciso falar a V. Sª.
9)     Dirigiu-se a Curitiba e a Florianópolis.
10)  Escrevi a Paula e a Catarina, convidando-as a estarem presentes a festa.
11)  Não fazemos restrições a crianças.
12)  Fez vários elogios a Maria.
13)  Chegando a Europa, dirigiu-se a Madri.
14)  Iremos a Bolívia.
15)  Viajamos a noite.
16)  Passaram por aqui as pressas.
17)  A princípio, julguei que não chegaríamos a tempo.
18)  Levou a carta a viúva e ficou aguardando a resposta.
19)  Confiei a execução da tarefa a uma pessoa especializada.
20)  Destinou a herança a uma instituição beneficente.
21)  Isso não se relaciona apenas a ela, mas a toda pessoa envolvida nos últimos acontecimentos.
22)  Graças a intervenção dos amigos, admitiu a injustiça e reformulou a decisão.
23)  Quando chegamos a praça, começou a chover.
24)  Escreveu a redação do jornal, solicitando a publicação do artigo.
25)  Atribuía a colega do lado as dificuldades que tinha para concentrar-se nas explicações.
26)  Induziu a amiga a acompanhá-lo.
27)  Andava as voltas com sérias dificuldades e recorreu a várias pessoas.
28)  Renunciar as coisas boas da vida é um gesto contrário a mentalidade atual.
29)  Procurou ser fiel a sua missão.
30)  Resolveu dedicar mais tempo as suas alunas.
31)  Comeu um arroz a provençal, regado a vinho.
32)  Em vez de bife a cavalo, preferia bife a milanesa.
33)  Ele saiu a procura de aumento e ficou a espera até hoje.
34)  O importante não é o encontro; é a procura.
35)  Dirigi-me a Brasília.
36)  Dirigi-me a Brasília da corrupção.
37)  A professora dedicada ofereceram as alunas uma lembrança preciosa.
38)  Procurou ser fiel a sua missão.
39)  O tempo que ele dedicava a suas alunas mais problemáticas ainda era pouco.
40)  O assunto vai da página cinco a oito.
41)  Refiro-me aquele exercício.
42)  Elas chegaram aquela conclusão.
43)  Dei toda a atenção aquela moça.
44)  Ela não o receberia aquela hora da noite.
45)  Não se ligue tanto aquilo: não vale a pena.
46)  Iremos aquela festa a meia-noite.
47)  A rua onde moro é paralela a que passa na frente de tua casa.
48)  Essa blusa é semelhante a de Maria.
49)  A obra a qual te referes é de Erico Veríssimo.
50)  A mulher moderna a qual já participa da sociedade entende melhor o mundo.
51)  O filho voltou a casa paterna.
52)  Ele foi a casa de praia.
53)  Ela voltou a casa.
54)  Chegaremos a terra prometida.
55)  Desceremos a terra.
                                                                                                                   PROFESSORA ROSEMARY

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Nossos recursos naturais, nossas riquezas

           
            Você utiliza bem as coisas e objetos de sua propriedade? Você trata com parcimônia aquilo que pertence só a você? Se você respondeu sim a essas duas perguntas, então você percebe a importância de se tratar com exclusividade e respeito aquilo que nos é ímpar.
            Por que então não dispensar o mesmo tratamento àquilo que é de todos, inclusive seu? Refiro-me a nossa riqueza coletiva, aquilo que todos nós desfrutamos, os recursos naturais com os quais nosso Planeta nos presenteou.
            Esses recursos são escassos, ao mesmo tempo que são fundamentais para a nossa sobrevivência. Vivemos então, em um dilema: como conservar e ao mesmo tempo bem utilizar esses recursos em prol de nosso bem-estar? É aí que surge a importância de termos consciência para moldar nossa utilização de forma racional e reciclável.
            Respeito ao meio ambiente e aos nossos recursos naturais é respeito a você, a mim e a todos nós. Faça a diferença. Entre nessa onda.
Professora Rosemary

Fim ou Final



Leitor faz um alerta: “Um novo modismo invadiu a TV e os jornais. Não há mais fim de semana e sim final de semana.”
Só discordo quanto ao “novo modismo”. Há muito que observamos essa mania não só de “final de semana” mas também de “final de jogo”, “final de ano”, “final do dia”…
FINAL é adjetivo (opõe-se a INICIAL): partida final, prazo final, julgamento final, juízo final…
FIM é substantivo (opõe-se a INÍCIO): fim de semana, fim de jogo, fim de ano, fim do dia…
Substantivar um adjetivo não é erro, mas que você prefere: “Isso é o FIM da picada ou o final da picada”? É bom não confundir com a picada final.
Por outro lado, não podemos esquecer o famoso FINAL FELIZ. Não há quem diga “fim feliz”.
Isso significa, portanto, que o assunto não deve ser tratado como a velha discussão do “certo ou errado”. É questão de preferência.



Sendo assim, bom fim de semana a todos!!!!!!!!!!!!!


Andreza Arantes